Reflexões Otakus #1 [Ou Deveria Ser #25?]

Então cá estamos nós novamente. Depois de um período ausente (até porque eu nem fazia mais parte do P.O., mas o bom filho a casa torna) está volta a coluna que mais odeia otakus. Odeia no bom sentido, se é que tem um.

Sem mais delongas, vamos ao que interessa. ~

Como uma garota (lembrando que garotas supostamente são mais inclinadas a gostar disso), eu não suporto essa maldita pandemia de “fofura” que parece poder ser controlada entre os otakus.

Não que eu esteja falando que todos deveriam ser brutamontes ou qualquer outra coisa do gênero. Porém nem tudo e todos têm que ser fofo. Até porque em 87% dos casos estatísticas da Ai sempre são absolutamente fieis a realidade a suposta fofura vai sair completamente errada e vai ferrar com tudo. Principalmente se essa fofura for ser concentrada no seu modo de falar. Falo sério.

Se você tem todo um idioma a seu dispor – e a portuguesa é belíssima, tenha uma legião de odiadores ou não-, mas usa meia dúzia de palavras em japonês pra demonstrar o quão otaku, fofo e instruído no idioma da terra do sol nascente, você com certeza precisa parar para repensar algumas coisas básicas, como sua vida e existência. Sua existência certamente está decepcionada com isso.

Nada contra o idioma japonês, acho legal e tudo mais. Entretanto, usar “sugoi”, “desu”, “kawaii”, “kokoro”, entre outros é extremamente irritante. Especialmente se for um uso de uma repetição incomensurável.

Também não é muito legal ficar colocando –kun sanchan e afins a torto e direito. Você está no Brasil e vai soar mais digno se tiver a dignidade de se lembrar disso.

Além do mais, você não precisa sair com um estandarte linguístico anunciando ao mundo que você curte ficar em casa assistindo animes, vulgo “deseinhos” japoneses. Na verdade, isso pode acabar por degradar sua imagem, fazendo com que ela deixe de inspirar confianças e outras coisas mais, não que eu ache que isso importe tanto.

Se a irritação parasse por aí seria menos mal. Mas não. Nunca para por aí.

Querer agir de forma fofa grande parte das vezes só faz com que você pareça meio patético.

Querer se caracterizar com coisas “fofas”, idem a agir.

Mais coisas poderiam ser listadas, mas creio que a ideia foi clara e não pretendo ser repetitiva.

O que me ofende de verdade é querer transformar personagens machões, austeros ou coisas assim em personagens fofos. Isso é válido pra interpretações artísticas, shipping, fanfics e qualquer coisa que envolva yaoi. Eu gostaria muito que fujoshis me dessem ouvidos. Se querem casais gays, nada contra, mas mantenham a personalidade deles que alguém teve trabalho de criar essa personalidade, e fãs podem ter seu senso crítico ofendido.

Encarem isso como uma crítica e conselho.

~//~

Ficamos por aqui.

~Um beijo da Ai.

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2 Comentários

  1. julia

     /  agosto 19, 2012

    falou tudo.

    Responder
  2. nada a ver isso nao significa nada ao sr otaku na verdade ninguem qr saber o que voçe acha.

    Responder

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